De quem é o seu salário?

Meu? Não é não?

Olá pessoal,

Então mais um post visando mudar o modo de lidar com nosso dinheiro, a ideia de hoje eu tirei do livro “O Homem Mais Rico da Babilônia”, e mesmo depois de 90 anos o conteúdo e os conceitos mencionados ali são válidos nos dias de hoje, obviamente que indico a leitura do livro também.

Quer dizer então, que o salário que trabalhei o mês todo para conseguir, não é meu?

Na teoria sim, o dinheiro é seu e você pode gastar da forma que preferir, mas na prática não é assim que acontece.

De início uma parte do seu salário já fica retido para pagamento de INSS e IR (o IR depende de quanto você ganha), além disso, dependendo do setor em que você trabalha existem os descontos de sindicatos, há outras particularidades, mas vou focar nessas duas que são as principais.

Bom o governo já ficou com uma parte, mas é para o seu futuro certo? Vai garantir a sua aposentadoria, temos certeza que a previdência vai nos pagar uma ótima renda lá na frente, perdão pelo sarcasmo.

Tem esses descontos, mas depois o dinheiro é todo meu

Mesmo? Ou uma parte já esta destinada para pagar as empresas de luz e água? E para quem tem carro não pode se esquecer de pagar ao dono do posto de gasolina para abastecer o tanque, se o carro é financiado, parte do seu salário já é da concessionária/financeira, fora os supermercados que ficam com uma boa parcela daquilo que você ganhou também.

Certo, mas todos esses custos são para que eu tenha mais conforto.

Na verdade, tudo que mencionei, e faltaram exemplos, são custos para viver, claro que nem todos precisam de carro, mas tente ficar sem comer.

Ok, mas o que sobra é meu!

Sim é verdade, então podemos ir a um restaurante, ou ver o novo filme no cinema, comprar aquela roupa nova, etc. Dependendo do estilo de vida de cada um, esse percentual de dinheiro que resta, serve para nos fazer mais felizes, porém mais uma vez eu pergunto, quem enriqueceu após tudo isso? Você, ou o dono de restaurante? Ou a rede de lojas?

Devo fugir para as colinas?

Não, não era esse o ponto em que eu queria chegar. Nem quero estimular ninguém a ser pão duro e deixar de consumir, o equilíbrio é essencial caso contrário você só guarda para desfrutar lá na frente com remédios e com sua saúde.

É claro que essa reflexão vale a pena, mas o que quero dizer com tudo isso é: e você? Quanto sobra do seu salário para enriquecer a si mesmo, e sim são seus investimentos, ou cursos que lhe permita ganhar mais dinheiro, em resumo, qualquer coisa que no mês seguinte vai lhe trazer mais resultado ou renda.

Como citei lá no início do texto tirei a ideia do livro, e o que ele nos ensina é: Pague-se primeiro.

Antes de separar o quanto vai deixar para as empresas de água, luz, internet, o que for, defina primeiro o quanto daquele dinheiro é para você, para seus projetos de vida, ou para sua aposentadoria, ou melhor sua independência financeira.

Afinal quem é mais importante? Quem decide é você.

Por hoje é isso pessoal, não precisa sair calotando ninguém beleza. A ideia aqui é mudar nossa forma de lidar com o dinheiro e ser egoísta sim e pensar no seu futuro financeiro, pois mais ninguém vai cuidar dele para você.

Flws.

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