Educação Financeira

Nesse texto de apresentação quero destacar a importância que acredito ter a educação financeira, e o quão relevante se faz esse tema na vida de qualquer indivíduo.

Em minha opinião, este deveria ser um assunto tratado desde cedo nas escolas, substituindo algumas matérias que muitos de nós nunca utilizaremos em nossas vidas, porém, como isso ainda não acontece devemos recorrer a outros meios para obter tais informações e conhecimentos.

Na verdade, o assunto finanças já devia ser abordado em casa desde quando somos pequenos, contudo, mesmo que os pais passem a conversar com seus filhos a respeito deste tema com base apenas nas suas experiências, poucos deles terão informações realmente relevantes para ensinar. A maioria das pessoas segue um modelo pré-estabelecido pela sociedade quando se trata de dinheiro: estudamos até nos formar no ensino médio (alguns já trabalham neste período) e logo em seguida iniciamos uma faculdade muitas vezes sem saber o que realmente queremos fazer como profissão, até porque na escola não temos contato nenhum com o funcionamento de uma empresa, qualquer que seja ela e finalmente conseguimos um emprego que paga um salário razoável.

Aqui já surge o primeiro problema, estamos acostumados a pensar que para ter uma boa renda e viver com qualidade e liberdade precisamos estudar e nos sacrificar para ser recompensados, e é isso que nossos pais nos ensinam, o grande problema é que a maioria das pessoas já faz isso, porém uma minoria é rica de verdade, ou faz realmente o que gosta.

Quanto aqueles que são ricos, ou melhor, tem um alto padrão de vida é possível observar que mesmo tendo uma renda relativamente alta, são poucos os que entendem realmente de finanças. É claro que para quem ganha melhor a vida acaba sendo muito mais interessante, o dinheiro nos permite ter acesso a muito mais opções de diversão e lazer, contudo grande parte destas pessoas seguiu o conselho de seus pais, estudou muito e se sacrificou para poder usufruir de todos estes benefícios, mas continua seguindo um modelo que se tornará insustentável com o tempo.

Não quero dizer que o trabalho duro não vale a pena, pelo contrário, acredito que todos devemos seguir esse caminho, pois nossas conquistas se tornam muito mais relevantes para nós mesmos desta forma. O que quero destacar aqui é que não importa o quanto nossa renda cresça, nossos gastos e despesas acompanham este crescimento e este é um ponto crucial que divide as pessoas que sabem lidar com o dinheiro, das que nunca foram educadas nessa questão.

Se alguém ganha R$ 1.000,00 por mês e gasta R$ 1.000,00 ou ganha R$ 10.000,00 e gasta R$ 10.000,00 não existe diferença no fim das contas, as pessoas terão padrões de vida diferentes sim, porém ambos acabam ficando presos em um ciclo. Digo isto porque temos um certo período de maior produtividade em nossas vidas até chegar o dia em que vamos nos aposentar e desfrutar do que construímos, o problema, é que dificilmente alguém vai conseguir manter a mesma renda quando se aposenta.

É por esta razão que criei este blog, para trazer as pessoas ideias que permitam desfrutar melhor do dinheiro que ganham sem fazer grandes sacrifícios, mas vivendo com qualidade e construindo uma base sustentável para o futuro.

Sei que este texto ficou um pouco longo, reflexivo de mais, e no fim das contas não trouxe nenhuma informação útil de verdade.

Espera aí, joguei 5 minutos de vida fora então? Sim…

Zueira, minha ideia é trazer nos próximos posts assuntos mais interessantes, práticos e até divertidos, vivenciados por mim ou discutido com colegas que tragam informações úteis aos leitores.

Espero que goste do blog Todo Mundo Rico e participe dessa ideia.

Anúncios

Marketing e seu dinheiro

Olá pessoal,

Antes de mais nada, gostaria de comentar que acredito que o marketing é algo fundamental para o bom funcionamento de uma empresa, como estratégia de negócios é um item que não pode faltar. As vezes uma boa campanha de marketing compensa um produto ruim, dito isso a minha ideia aqui é criticar um dos “P’s”, mas a crítica é mais voltada ao consumidor.

Sem mais enrolação, eu nunca gostei de propagandas. Em 99% das vezes vai falar sobre algo que você já conhece ou não tem interesse, e provavelmente vem em uma hora ruim, principalmente interrompendo a melhor parte do filme, ou adiando aquela reportagem essencial sobre o bolo de leite ninho com Nutella.

É claro que a propaganda, não só na TV como nos outros meios é uma ótima fonte de receita para que está anunciando, então certo de quem ganha dinheiro com isso, desde que não seja contraditório, como as propagandas do Vimeo no YouTube, nunca entendi isso, mas tudo bem.

Avaliação do Consumidor

O objetivo da propaganda é criar uma necessidade em quem está assistindo, e penso eu que não usando de meios ilícitos, vale apresentar o que for mais conveniente de acordo com a estratégia definida.

Confesso que nunca fiquei mais rico ou mais bonito depois de comprar um perfume, por exemplo, usei e continuei a mesma pessoa. O mesmo acontece com utensílios de cozinha mesmo com a melhor panela ou melhor foção, a comida não ficou a melhor do mundo, porém os produtos sempre atenderam as expectativas.

O grande problema está na forma como avaliamos o produto. Se eu vivi até o dia de hoje sem comer o novo lanche do Mc, ou sem o modelo mais novo de celular da marca da maça, a probabilidade de continuar vivo sem esses produtos é bastante grande, contudo alguma pessoas não pensam dessa forma.

Outra situação que me desagrada é a necessidade de urgência, como se a empresa fosse dedicar milhares ou milhões de reais para desenvolver um produto, e vender somente durante aquele mês. Acho um pouco questionável correr para aproveitar as promoções, mas mais uma vez, vai de cada um.

Na Udemy, por exemplo, o mais difícil é entrar lá e não ter uma promoção rolando. Aproveitando vou deixar o link do meu curso. Aproveite e conheça. Só até amanhã.

É uma comum que as propagandas tenham as caraterísticas que citei acima, mas veja que tudo depende da avaliação do consumidor, é sempre ele que decide se vai comprar ou não.

1%

Sim, se em 99% o conteúdo não vale a pena, é claro que em algum momento você irá se deparar com uma propaganda que seja do seu interesse. Como promoções de um produto que você está procurando.

Ou descontos para fazer uma viagem para um lugar que não conhece, sei lá, qualquer coisa que não seja propaganda do site de buscas de preço para hotel.

Mesmo assim depende do consumidor definir se vai gastar, ou se pode gastar o dinheiro naquele momento ou não.

Concluindo

Propagandas são chatas? Sim.

Muitas vezes passam do limite na hora de criar uma situação de emergência para a compra de um produto, mas entra naquela questão da ética e da moral.

Por último, quem escolhe o que fazer com seu dinheiro é você mesmo, o que não dá para fazer é esperar milagres.

Até hoje eu não jogo como o Cristiano Ronaldo, mesmo usando o mesmo shampoo e marca de chuteira.

Até mais.

Se perder a sua renda principal, por quanto tempo você manteria o seu padrão de vida?

Olá pessoal,

Acredito que o título posso ter ficado um pouco longo, mas resume exatamente o que quero trazer para o post de hoje.

E para quem já acompanha o blog a algum tempo, o assunto pode até não ser novidade, apenas uma nova forma de pensar sobre a importância da Reserva de Emergência.

No geral, a ideia da reserva é lhe dar uma proteção causa haja algum imprevisto na sua vida, seja por uma consulta médica, um acidente de carro, ou mesmo uma perda de emprego. E como comentei no post da última semana, nem sempre os imprevistos são ruins.

Mas hoje vou focar na seguinte questão: você conseguiria manter seu padrão de vida, se perdesse sua renda principal, ou tivesse uma redução considerável desse valor?

Cenários mais prováveis

  • Perda de emprego;
  • Comissões abaixo do esperado;
  • Queda na venda de produtos ou serviços – para autônomos
  • Falta de recursos para pagamento de salários;
  • Problemas de saúde;
  • Falta de crédito disponível;

Claro que algumas dessas possibilidades podem ser “remediadas” como o benefício do seguro desemprego, ou  contratação de planos de saúde, contudo, mesmo nesses casos você depende de terceiros para receber seu dinheiro.

Até mesmo quem trabalho no setor público corre o risco de ficar sem renda, principalmente pela falta de recursos, a pessoa mantém o emprego tem estabilidade, mas não sabe quando vai voltar a receber.

Como evitar esse problema?

A resposta já veio lá no início, mas basicamente para se proteger você deve buscar montar sua reserva de emergência.

Com a reserva, você passa a depender apenas dos seus recursos para se manter em momentos de crise, seja você funcionário público, privado ou profissional autônomo, e mesmo que tenha direito aos benefícios citados anteriormente, pode ficar mais tranquilo caso haja algum atraso de pagamento ou demora devido à burocracia.

As dicas de onde investir e como calcular o valor ideal para reserva podem ser conferidas no post linkado lá no início,  a ideia nesse momento é salientar a importância desse investimento.

Mesmo que seja um pouco desanimador juntar dinheiro para reserva, muito mais chato é ficar sem dinheiro e ter que criar uma dívida no banco ou as vezes nem ter essa opção.

A ideia é ir acumulando aos poucos, crie como meta juntar o valor necessário aos gastos de um mês, com isso é possível avaliar quanto tempo irá levar para ter a reserva completa.

Se você poupar 20% dos ganhos mensais em menos de um ano e meio já terá recursos suficientes para se manter durante 3 meses caso perca sua renda.

Basicamente é isso, mesmo parecendo distante no início uma vez que a reserva esteja pronta é normal se sentir mais seguro e até mais livre financeiramente, esse é também um dos objetivos da reserva.

Espero que tenham gostado e até mais.

Aproveite o cupom e conheça também o curso Futuro Mais Rico

 

 

 

Coerência e Consumo

Olá pessoal,

O ideal é que esse post tivesse saído antes das promoções e ofertas da black friday, ou black november, mas devido a minha falta de atenção com as datas e uma mudança um tanto positiva na minha vida profissional acabei deixando passar.

Em todo caso a ideia aqui no blog não é criar posts que percam a validade com o tempo, mas sim que o conteúdo tenha validade para o leitor independente da data ou momento em que estiver lendo. As promoções de black friday irão apenas servir como exemplo.

Recentemente (dependendo da data em que você estiver lendo esse post) a minha capacidade de poupar foi colocada em teste, após receber uma ótima oportunidade de trabalho vim passar um mês em São Paulo, Estado que até então eu ainda não havia visitado.

A maior cidade da América do Sul tem uma ou outra coisa diferente que eu não conhecia, então acabei ficando deslumbrado, principalmente com a Av. Paulista, provavelmente o maior centro financeiro do país.

Voltando ao assunto.

Aqui no blog sempre prego a ideia de economizar pensando em objetivos futuros, e da importância de poupar mensalmente e no cuidado com o planejamento das despesas. Meu pensamento a respeito desse assunto não mudou, mas minha ida a SP, me fez pensar algumas coisas de forma diferente, principalmente em relação ao consumo não planejado, principalmente em situações imprevisíveis.

Os eventos promocionais de fim de ano são previsíveis de certa forma, posso não saber de quanto será o desconto ou quais lojas irão participar, mas sei que aquilo irá acontecer e posso aproveitar a data para comprar algo que preciso com um belo desconto.

A ideia de desfrutar dos descontos deve ser combinada com a pesquisa de preços, e de todas aquelas dicas sobre a prevenção de fraudes que todos já estão cansados de saber.

E nesse momento entra a questão da coerência, só irei comprar aquilo que preciso, e que já estava planejando adquirir, até para não desequilibrar o orçamento, há duas regras básicas:

1 – “se não comprar o desconto é maior.”. – Pai do Chris.

2 – ninguém precisa comprar só porque está barato.

Mas tudo que comentei até aqui a maioria dos leitores do blog já está acostumado a ouvir ou ler.

Imprevistos x Consumo

O que vou comentar aqui diz respeito a reserva de emergência, mas não voltado para os imprevistos “ruins”, como bater de carro ou ir ao médico, e sim coisas bacanas, que também podem ocorrer de maneira inesperada.

Eu sempre fui muito conservador em relação a reserva de emergência, não só em relação aos produtos a serem utilizados na sua composição, mas na forma de se utilizar esse investimento. E isso mudou um pouco.

Com a chance de viajar a SP, acabei recorrendo a minha reserva para poder aproveitar um passeio ou outro, ou comer num lugar bacana, e foi nesse ponto que mudei minha forma de avaliar esse investimento, já que além de nos proteger de imprevistos ruins a reserva acaba gerando mais liberdade na hora de usufruir de acontecimentos inesperados.

Em nenhum momento eu adquiri coisas que não precisava, mesmo com preços mais atraentes, o que fiz foi visitar locais que não sei quando vou poder ir novamente, já que os produtos eu posso comprar pela internet com planejamento, mas dificilmente posso trazer um museu pelo correio.

Em resumo, mudei minha forma de avaliar a utilização da reserva e claro, o próximo passo é recompor os valores que foram utilizados, espero que tenham gostado do post.

Até mais.

Aproveite o cupom e conheça também o curso Futuro Mais Rico

 

 

 

 

 

Você não precisa ser especialista para começar a investir

Olá pessoal,

Uma coisa que pode assustar quem começa a olhar com mais carinho para as finanças é a quantidade de informação existente. São tantas siglas que começam a aparecer que muitas vezes parece ser algo complexo demais. Mas acredite, é mais simples do que parece.

É claro que ninguém vai aprender magicamente a cuidar do seu dinheiro do dia para noite, é preciso paciência, assim como para aprender qualquer outra coisa. E se você discorda de mim e acredita que já cuida muito bem do seu dinheiro leia esse post.

Por mais que exista muita informação, posso dizer por experiência própria que tem milhares de temas que você vai ver mas que nunca vai utilizar, ou vai acabar usando somente depois de muito tempo.

Segue meu exemplo:

Quando estava pesquisando por tipos de investimentos diferentes descobri os CRI’s, por exemplo, que são os Certificados de Recebíveis Imobiliários. Comecei a ler sobre o assunto e entender mais sobre esse investimento para perceber que mesmo que eu dominasse o assunto ele não teria serventia para mim, pelo menos naquele momento.

O motivo para isso é que, esse investimento exige um capital mínimo de aporte em torno de R$ 300.000,00 algo que não faz parte da minha realidade. Além do mais não sou nenhum gestor de fundos, então bastou eu saber que aquilo existe, não havia motivo para adentrar mais no assunto a não ser por curiosidade mesmo.

Este é um exemplo, você pode achar outros investimentos que não fazem sentido ou mesmo estratégias, não quero dizer que aquilo não tem utilidade, apenas que não tem utilidade para mim ou você.

Aprenda com os erros

Nada melhor do que utilizar sua experiência com alguma coisa para crias melhores formas de lidar com uma situação. Na página inicial do blog comento sobre isso, e há alguns posts espalhados por aqui onde relato alguns erros que cometi que me deixaram mais esperto, como o investimento em títulos de capitalização ou a diversificação sem sentido que utilizava.

A ideia é que você se informe sobre o que está fazendo até para evitar grandes perdas, mas você não deve esperar dominar todos os assuntos para dar o primeiro passo, até porque quanto mais cedo começar, maior será a ação dos juros no tempo.

Não precisa exagerar também e tentar aplicar piromancia com o seu dinheiro e mais importante ainda, evite os vendedores de minas de ouro.

Para finalizar a ideia é botar a mão na massa, eu mesmo nunca soube cozinhar bem, mas nem por isso fui estudar gastronomia ou busquei entender qual a reação química que ocorre com cada alimento, simplesmente peguei algumas receitas e fui tentando fazer. Atualmente não pretendo ser nenhum chef, mas com certeza o que tento fazer hoje sai muito melhor do que na primeira vez.

Até mais.

OBS: mais uma vez o exemplo é sobre comida, o que reforça a minha falta de criatividade, espero que me perdoem. 🙂

 

 

Finanças e os profetas do passado

Olá pessoal,

Uma das coisas que me motiva a trazer conteúdo aqui para o blog é levar aos leitores o máximo de conhecimento ou informação possível, seja sobre um investimento ou sobre finanças no geral.

E algo que acaba me tirando do sério é me deparar com uma propaganda ou aqueles anúncios com promessas mirabolantes sobre ganhos extraordinários operando investimentos ou especulando moedinhas virtuais, e outros tipos de piromancia.

Na maioria dos casos o que o anunciante faz é explorar a falta de educação financeira de quem está assistindo, comentando sobre determinada ação ou produto específico que valorizou 300% em um curto espaço de tempo. E mesmo que não haja mentiras, esse tipo de conteúdo pode acabar iludindo quem chegou até ali.

Alguém pode dizer que é mimimi, mas esse conteúdo também prejudica quem tenta entregar um material mais sério sobre finanças, já que dentro de situações normais assim como em tudo na vida, as coisas levam tempo.

Profetas do passado ou Engenheiro de obra pronta

Vender uma ideia baseado em gráficos ou eventos passados pode ser muito bonito no papel, já que é possível selecionar apenas as informações que se deseja mostrar. Por mais que não haja nenhuma invenção nessas histórias o que não é mostrado é que mesmo que um produto específico valorizou 300% em um mês, outros tantos desvalorizaram, ou tiveram um rendimento razoável.

Quem trabalha nessa área erra tanto quanto acerta, e me arrisco a dizer que erra muito mais do que acerta, o problema é que muita gente vê nesse tipo de propaganda uma solução mágica para ganhar muito dinheiro.

Eu sou totalmente á favor de se buscar informação e fazer cursos nessas áreas, desde que quem esteja vendendo deixe claro todos os cenários possíveis e não somente aquele que mais lhe favorece, tentando assim “enganar” quem está comprando.

Pense da seguinte forma: se você descobriu o caminho secreto para uma mina de ouro, o que você faria? Exploraria a mina ou sairia por aí vendendo mapas do tesouro?

Se alguém conhece uma fórmula secreta a ser explorada, dificilmente essa pessoa sairia contando para todo mundo, já que com muitos utilizando deixaria de fazer sentido.

Não existem magos nas finanças 

Para resumir, nenhum analista ou gestor financeiro tem poderes especias capazes de prever o futuro, muitos deles tem uma ótima capacidade de analisar cenários e tomar decisões mais conscientes, já que esse é no fim das contas o seu trabalho.

Quantas vezes o meteorologista do jornal que você assiste já errou a previsão do tempo? O mesmo acontece com quem trabalho no mercado financeiro, ninguém tem poderes especiais porque estuda finanças.  Apesar de alguns tentarem passar essa imagem.

Um professor que admiro bastante falou uma frase que ilustra muito bem o que quero dizer: “99% dos acidentes de carro é ocasionado por motoristas habilitados”. Ou seja, tirar a carteira de habilitação não lhe deixa imune a cometer erros no trânsito e isso serve para qualquer outro emprego ou função.

Seja chato quando se tratar do seu dinheiro

A ideia não é descartar todo conteúdo do tipo como se fosse lixo, mas sim ser cético quanto aos resultados, afinal de contas é o seu dinheiro que está em jogo.

Sempre que me oferecem algo novo eu questiono o máximo possível, tenho certeza que incomodo tanto com as perguntas como o pessoal do telemarketing ofertando produtos, mas garanto que vale a pena, o máximo que pode acontecer é o vendedor desistir de lhe vender.

Espero que tenham gostado, e lembrando a ideia é buscar sempre o máximo de informação sobre o que for, e se parecer bom de mais para ser verdade é porque provavelmente alguma coisa está faltando.

Até mais.

 

 

 

Porque ter conta em uma corretora?

Olá pessoal,

Recentemente trouxe um post aqui para o blog onde comentei sobre os custos de se investir e que um deles é uma forma de a corretora “lucrar”, mesmo oferecendo as taxas zero e todos os demais benefícios. Confira mais sobre o tema aqui.

Mesmo sabendo disso não escondo a minha alegria em poder investir através das corretoras. Recentemente alguns bancos tem oferecido certas vantagens aos clientes como a isenção de taxa para investimento no Tesouro, o que acaba sendo bacana, mas de qualquer forma ainda estão muito atrás em relação aos investimentos oferecidos pelas corretoras independentes.

Então, vou elencar alguns motivos que considero vantajosos ao optar pela conta em uma corretora:

Diversidade de produtos e melhor rentabilidade

O motivo mais relevante e provavelmente imbatível. Acredito que nenhum banco irá passar a oferecer produtos de seus concorrentes exceto é claro na competição contra o Tesouro Direto, mas aí é outra história.

A conta na corretora permite o acesso a uma infinidade de produtos, desde os mais conhecidos, como os CDB’s ou LCI’s como fundos de investimento variados, debêntures e até aqueles produtos que não fazem parte da realidade de algumas pessoas como as Letras Financeiras.

Tudo isso sem precisar de um patrimônio de milhões de reais como acontece com os clientes VIP dos grandes bancos.

Não há só uma maior seleção de produtos, como a maioria deles oferece rentabilidades mais vantajosas e com o mesmo nível de segurança, já que produtos de banco, por exemplo, tem a mesma garantia do FGC, seja do banco grande e conhecido como daquele menor (ou não tão pequeno) mas menos conhecido.

Taxas mais baratas e custo zero

Já que o foco são os investimentos é natural que as corretoras cobrem taxas e corretagens mais baratas, até porque precisam competir com as corretoras concorrentes, que visam atrair cada vez mais clientes.

Essa competição é ótima, já que o maior beneficiado é o cliente, principalmente porque a maioria das corretoras não possui taxas de manutenção e abertura, o que permite ter conta em várias delas e aproveitar as vantagens de cada uma sem maiores custos.

Mais aprendizado

Esse ponto vai depender do cliente. Não são todas, mas algumas corretoras oferecem conteúdos gratuitos, seja sobre produtos ou mesmo sobre seus serviços ou serviços de parceiros que visam facilitar a vida e tomada de decisão dos clientes.

Quem tem vontade e paciência pode visitar os sites ou canais das empresas e aprender bastante somente navegando por ali.

Eliminar o medo e sair da zona de conforto

Esse último ponto está mais relacionado ao desenvolvimento do investidor, que ao buscar investir através de um modelo diferente (mas nada complicado) passa a aprender mais e eliminar uma barrira que pode frustrar muita gente, o medo de usar esse tipo de serviço.

Não vou entrar muito nesse assunto pois já falei sobre isso em um post específico, mas reforço que dar esse passo ajuda e muito a acelerar conquistas financeiras.

Bom, estes são alguns motivos pelos quais acho válido ter conta em uma corretora, espero que encoraje algum leitor a seguir esse caminho também.

Se você tiver mais alguma ideia deixe nos comentários.

Até mais.

Aproveite e conheça o curso Futuro Mais Rico.

ETF, um investimento para começar na renda variável

Olá pessoal,

O post de hoje é sobre mais um tipo de investimento que pode acabar compondo a sua carteira, o ETF. Esse é um produto de renda variável e, portanto, acaba trazendo um pouco mais de risco, até por isso é importante conhecer um pouco mais sobre o assunto.

Antes de tudo, o que ETF quer dizer?

A sigla significa Exchange Traded Funds, traduzindo seria algo como fundos de índice.

A ideia desses fundos é reproduzir a movimentação de um determinado índice. São várias as opções de ETF’s existentes, e cada um deles está vinculado a um índice. Dessa forma, o ETF que representa o Ibovespa (BOVA11), por exemplo, terá uma variação muito próxima a do índice, já que esse produto é basicamente uma carteira de ações que “copia” os produtos que compõe o índice.

Fundos de ações VS ETF’s

Como comentei o ETF funciona como um fundo, então há um gestor ali trabalhando, responsável pela compra e venda dos ativos.

Como ele visa acompanhar um índice, o fundo possui uma gestão passiva, o que traz economia em custos, e por ser uma carteira “pronta”, consequentemente a taxa administrativa é bem menor.

Tudo isso converge para um ponto específico. No longo prazo a tendência é que esse tipo de fundo acabe tendo um desempenho melhor que um fundo de ações, mesmo aqueles de gestão ativa, e tudo isso com um custo menor para o investidor.

Lembrando, isso não é uma regra, e sim uma dica.

Para quem é indicado?

Antes preciso repetir. ETF é um produto de renda variável, então pode ter rendimento negativo. Sabendo disso o ETF é um ótimo produto para quem quer começar a investir na Bolsa, mas não tem muito conhecimento, ou mesmo para quem tem pouco capital.

Diferente de outros fundos as cotas de ETF’s são negociadas na Bolsa, como se fossem ações, e é possível começar com valores entre R$ 800,00 até 1.000,00 as vezes até menos.

A grande vantagem em relação a compra de ações avulsas é a diversificação oferecida pelo ETF, já que dentro daquela carteira existe um bom número de ações e estas estão distribuídas em pequenos percentuais, ou seja, mesmo que uma ação ali dentro tenha grande variação negativa, apenas uma pequena parcela do fundo será afetada.

Por último, e por ser um produto de renda variável a ideia do ETF é ser utilizado no longo prazo, então é mais indicado para quem visa à acumulação de patrimônio para aposentadoria, por exemplo.

Um ponto negativo em relação as ações, é quanto a tributação, já que as cotas de ETF não contam com os benefícios de isenção de IR, em vendas até R$ 20.000,00 e também não distribuem dividendos.

Espero que tenham gostado de conhecer mais este produto, futuramente pretendo trazer mais conteúdo sobre os ETF’s, a ideia de hoje era introduzir o assunto.

Qualquer dúvida, utilizem os comentários.

Até mais.

Aproveite e conheça o curso Futuro Mais Rico.